Nosso tempo é marcado por um assombroso processo de dessubjetivação, no qual a exaltação da morte prepondera sobre o valor da vida. Contudo, viver é um direito que deve ser resgatado em toda a sua potência criativa. A identificação aliena a subjetividade, consagrando desvalores fortemente sedimentados em práticas sociais preconceituosas, perniciosas e excludentes. Um enorme trabalho psíquico impõe-se para um processo de apropriação. Merecer la vida, no es calar y consentir. Tantas injusticias repetidas Es una virtude, es dignidad Y es la actitud de identidad Mas defenida!