O livro apresenta uma leitura crítica da formação dos Estados Unidos, questionando a narrativa excepcionalista que a descreve como trajetória linear, homogênea e exclusivamente anglo-saxã. Ao inserir as Treze Colônias e a independência no contexto atlântico, destaca o papel de povos indígenas, africanos escravizados e impérios europeus concorrentes. Em vez de repetir mitologias nacionais correntes, analisa trocas, conflitos e assimetrias que moldaram o mundo atlântico entre os séculos XVI e XVIII, revelando um processo histórico conectado e disputado. Marca: Não Informado