O Mérito Desta Obra É Proceder Dialeticamente Com A Exposição Dos Argumentos Dos Céticos Modernos E Neoescolásticos Que Refutam A Nova Teoria Da Lei Natural A Partir Da Derivação Falaciosa Do Ser Ao Dever Ser Aderindo À Tese De Grisez Finnis E George O Autor Demonstra Que Esses Críticos Da Nova Teoria Da Lei Natural Não Compreenderam A Distinção Tão Importante Para Aristóteles E Aquino Entre Razão Prática E Razão Teórica Cujas Premissas São Normativas E Descritivas Respectivamente Por Isso O Contraataque Dialético Dos Capítulos 4 6 E 7 Revela Um Sofisticado Exercício Filosófico De Crítica Tanto Das Premissas Quanto Das Conclusões Dos Objetores Da Lei Natural Sem Dúvida Este Livro Merece Posição De Destaque Na Nossa Bibliografia Jusnaturalista Por Elucidar As Suas Premissas Epistemológicas E Demonstrar A Força Dos Argumentos Da Nova Teoria Da Lei Natural Ou Como Finnis Preferiu Chamála Da Teoria Neoclássica Da Lei Natural Pois É Mais Clássica Do Que Inovadora Pelo Contrário Os Neos São Os Jusnaturalistas Modernos E Os Neoescolásticos Que Herdaram A Sua Miopia Epistemológica Victor Sales Pinheiro Coordenador Da Coleção Teoria Da Lei Natural