O livro explora a evolução da política de defesa da concorrência, desde seus primórdios até a cristalização, nos últimos quarenta anos, da hegemonia da Escola de Chicago, que acabou por transformar a política antitruste em um jogo de contas de vidro , marcado por uma agenda tecnocrática, em prejuízo do combate aos monopólios e ao abuso do poder econômico, que é indissociável do movimento que levou à criação do antitruste.