O trabalho acadêmico, durante a pandemia, transformou o pensamento e os contextos de educação. Inserirse no exigente mundo da academia sempre foi uma narrativa solitária, indivíduos que carregam tantos marcadores sociais utilizados para os estudos acadêmicos. ser Negro, Periférico, Gay, Professor, Candomblecista são marcadores que imprimem a necessidade de buscar o significado das epistemologias populares e o saber feito. . A Academia Universitária exige dos seus sujeitos um comportamento padronizado e prédefinido. Talvez a pandemia como catástrofe planetária tenha feito emergir em muitos estudos a personificação pandêmica, ou seja, estudos pandêmicos revelam alternativas de um reencontro de autoria pela narrativa autobiográfica. É isso que quero compartilhar com as pessoas que lutam para a democratização do privilégio epistêmico da universidade. Marca: Não Informado